Segunda, 23/04/2018

Artigo 25/03/2018 - Maurício Reale Nogueira


O bizarro mundo surreal e estúpido do PSOL


A trágica morte da vereadora Marielle Franco colocou em evidência nacional o seu partido, o PSOL, uma agremiação partidária com forte ideologia de esquerda. Pois bem. Com a aproximação das eleições, vale a pena conhecer um pouco mais sobre algumas propostas deste partido, a começar pela própria Marielle, contrária a intervenção federal no Rio de Janeiro, para ela, o combate a criminalidade deve ser feito com lápis e não com tanques de guerra. Soa poético, mas é inútil porque os resultados colhidos com investimentos em Educação demoram décadas a aparecer. A Coréia do Sul, por exemplo, era um dos países mais pobres da Ásia com índices de miséria comparáveis a alguns dos piores países da África. Começou a investir pesado em Educação no início da década de 50 do século passado depois de sair de uma guerra com a vizinha Coréia do Norte, uma ditadura comunista elogiada pelo PSOL. Os primeiros resultados dos investimentos em Educação no país capitalista começaram a surgir no início deste século e, só depois, os sul-coreanos passaram a ocupar uma posição de destaque não só no continente, como no mundo, portanto, a proposta da vereadora, no tocante a solução para a violência a curto ou médio prazo, é ridícula levando-se em consideração que os confrontos entre marginais e policiais causam mortes diárias de inocentes. Violência se combate com repressão e aplicação de penas mais severas para os criminosos. A política externa proposta pelos socialistas tupiniquins também é uma grandeza. Eles prezam ditaduras comunistas como Coréia do Norte, Cuba, Venezuela e apoiam candidatos a tiranetes como Evo Morales, que tenta ser um Maduro na Bolívia. Está conseguindo amiúde. O pré-candidato à presidência pelo partido é Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) que não é trabalhador, porque passa o dia planejando invasões e isto não é trabalho, e também não é sem teto porque tem casa própria. Muito coerente para quem lidera um bando de baderneiros que vive às custas de dinheiro público. Isto é o PSOL. Mas, para os simpatizantes do partido que difunde ideias retrógradas, quem não concorda com este atraso ideológico é considerado analfabeto político. Esperar o quê de gente submetida há anos de doutrinação ideológica nas ineficientes escolas públicas brasileiras?

*Maurício Reale Nogueira

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