Sexta, 15/12/2017

Policial 06/12/2017 - Portal JNN


Jacarezinhense é assassinada pelo companheiro na frente da filha de três anos

Crime ocorreu nesta terça-feira, em Curitiba


(João Carlos Frigério)
A jacarezinhense Ana Cristina Borges, 39, foi brutalmente assassinada na madrugada desta terça-feira (5), por seu companheiro, na frente da filha de apenas três anos. O crime aconteceu na casa da família, na rua Miguel Pedro Abib, no Jardim Acrópole, bairro Cajuru, em Curitiba. A polícia está à procura do acusado do crime e companheiro de Ana, Érick, conhecido como “Chaves”.

Segundo o site Diário 24h, Érick é procurado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Curitiba. Ainda confirme o site, a polícia identificou impressões digitais na faca usada no crime, e que são compatíveis com as do homem.

De acordo com apurações no local, Ana foi assassinada durante a madrugada, possivelmente na frente da filha de três anos. A criança teria ficado ao lado da mãe durante todo o tempo após o assassinato, até o corpo de Ana ser encontrado já durante o dia de ontem (terça-feira).

O delegado da DHPP, Fábio Amaro, disse durante entrevista que a prisão de Érick pode acontecer nas próximas horas. O delegado ainda teria explicado que o acusado esfaqueou a vítima no pescoço e depois fugiu.

As motivações serão investigadas, mas pode ter envolvimento com as brigas cotidianas do casal devido a Érick ter envolvimento com drogas. Informações sobre o paradeiro do homem podem ser repassadas ao telefone da Divisão de Homicídios 0800 643 1121 ou pelo 190. O anonimato é garantido.

Ana é natural de Jacarezinho, e teria morado na região do bairro Aeroporto antes de se mudar para Curitiba, onde auxiliava uma ONG que cuida de animais abandonados.

Segundo Sueli, cunhada da vítima, a criança ainda teria “mamado” na mãe morta, pois o corpo foi encontrado por ela (cunhada) pouco antes das 21 horas desta terça-feira (5). “Ela chega do serviço sete horas da noite, já era oito e quarenta, daí peguei e arrombei a porta. Quando arrombei a porta a mãe dela estava entre a cama e o guarda roupa no chão tudo sangrando e morta. A criança estava com a porta fechada, toda suja e mamou na mãe dela, já morta. (SIC)”, explicou a cunhada em entrevista ao Repórter fotográfico João Carlos Frigério.

“Ela passou o dia todo chorando e eu pensei que a mãe dela estava trabalhando. Eu perguntava, filha, cadê a mamãe e ela falava, num tá. E eu perguntava cadê o pai e ela falava num tá (SIC)”, explicou Sueli.


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